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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Evangelize as Crianças!

Atualmente é comum ver pessoas que e entregam aos vícios das drogas, ao roubo, à prostituição etc... pessoas essas que não veem sentido na vida, que não se importam com o amanhã e querem simplesmente viver o agora "radicalmente" sem se importar com as consequências que suas atitudes trarão no decorrer do tempo. Pessoas que não possuem a verdadeira felicidade, pessoas que só querem curtir a vida e não estão dispostas a assumirem compromissos. É, de fato muito comum encontrarmos pessoas assim, sejam elas jovens, adultos ou idosos. E é justamente por isso, que vejo a extrema necessidade de evangelizarmos nossas crianças, pois será na infância o melhor momento de ensinarmos à elas o seu devido valor, ensinar a terem fé e esperança, ensiná-las a irem à Igreja, a fazer bem ao próximo, a serem pessoas de paz, ensiná-las que a verdadeira alegria está somente em Deus. Precisamos desde já ensinar as crianças a sonharem, a serem pessoas de bom caráter, pessoas solidárias e amigas. É preciso e necessário ensiná-las o sentido da vida, como nos ensina Padre Adilson: "A infância é o melhor momento de ensinar o verdadeiro valor, de ensinar as crianças a terem fé, pois é na carne mole do coração das crianças que se encontra uma disponibilidade melhor em aprender e aprender." Por isso eu vos peço que ensine as crianças o caminho do bem, ensine-as a rezarem, a serem devotas, ensine-as a amarem. As vezes fico refletindo em qual o melhor presente que meus pais me deram, e dos diversos presentes que meus pais me deram, o melhor presente foi o de me ensinarem a ter fé, pois a partir daí vejo o sentido pleno da vida. Sei que disso me lembrarei pelo resto de minha vida, nisso vejo a misericórdia de Deus em minha vida, foi uma grande graça meus pais terem me ensinado a ir à Igreja, de ter a devoção na Virgem Maria e no Sagrado Coração de Jesus, de terem me colocado na Catequese, no Coral, nas pastorais da Igreja. Isso foi gerando em mim algo que o mundo não pode tirar, a fé firme em Deus, a esperança e confiança somente em Deus, e isso não tem preço. Lembro-me que quando eu era novinha, a Santa missa que meus pais iam, e me "obrigavam" a ir, era nos domingos às 08:00 da manhã, me lembro que eu chorava para não ir, pois não queria de jeito algum ter que acordar cedo para ir à missa. Lembro também nas tardes de sábado, que eu estava brincando com minhas irmãs e amigas, que eu era obrigada a parar de brincar para poder ir à Catequese. E somente por esses dias que me dei conta do grande favor que meus pais me fizeram, pois hoje eu conto os minutos para poder ir à Santa Missa, e sempre que possível vou diariamente à Santa Missa, e hoje sou catequista e amo minhas crianças. Hoje sou uma jovem cheia de vida, de fé, de esperança e sonhos. Sou membro da Comunidade Católica Palavra Viva, que é uma das coisas mais belas que Deus me concedeu. Enfim, hoje sou uma Autêntica Cristã. Digo isso, não para exaltar meus pais e nem mesmo para me exaltar, mas sim para que vocês entendam que é preciso Evangelizar as crianças, isso sim é uma bela atitude de amor. Ame-as, Eduque-as e Evangelize-as, nisso vocês estarão sendo bons Cristãos. O mundo pode tirar tudo das crianças, de seus filhos... mas a fé em Deus nada poderá tirar, nem o demônio tem poder para isso. Evangelize as crianças! Evangelize!


Edilene Félix - Membro de Aliança
Comunidade Católica Palavra Viva

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Frase - Papa Franscisco

Aprendamos com o Santo Padre!






Conselhos Evangélicos - Pobreza, Castidade e Obediência

Vendo a beleza da vida consagrada, resolvi postar aqui uma matéria sobre os conselhos evangélicos no qual norteiam a vida Consagrada. Que possamos sempre pedir a Deus a graça de sermos Obedientes à sua vontade, Castos e Pobres conforme Cristo o foi.

O que são e o que devem significar em nós os conselhos evangélicos?
Aquilo mesmo que eles foram em Cristo e ter a mesma significação que tiveram nele. Do contrário seria necessário a condição evangélica da vida consagrada. Se a vida consagrada é em sua própria essência seguimento e imitação radical de Jesus Cristo virgem-pobre-obediente.
Os conselhos evangélicos na vida consagrada são afirmação clara da primazia absoluta do Reino, presença no mundo dos bens definitivos, prefiguração e experiência da vida eterna e da ressurreição gloriosa.
Devemos então, viver os conselhos evangélicos com o mesmo sentido que Cristo viveu, porém para nós, homens pecadores, precisamos acrescentar uma afirmação complementar: os conselhos evangélicos devem se tornar meios removedores de obstáculos, em mortificação das raízes de pecado-de cobiça, de egoísmo, de soberba (as concupiscências) que existem em nós, inclusive depois do batismo, e que um dia podem se transformar em frutos de pecado. São pedagogia para o amor, além de ser constitutivamente amor. Porque a amar se aprende amando. E esta é uma significação que em Cristo não tiveram.
Para nós assume também o caráter ascético, mas não para aí, porque seria privá-las de todo o seu sentido cristológico e, consequentemente esvaziá-los de seu conteúdo melhor. Deixariam então, de ser realidades e atitudes evangélicas, para ser simplesmente costumes ascéticos ou meios humanos de purificação.
A Castidade:
Prometer viver a castidade, significa imediatamente amar ao Pai e a todos os homens com o mesmo amor total, divino e humano de Cristo, que cria uma fraternidade universal com um tipo de relaçao interpessoal que continuará sendo válidas na outra vida, a fim de transcender toda mediação fundada nos sentidos (prazer pelo prazer).
A castidade vem de encontro a concupiscência do prazer, vem dar ao prazer o seu verdadeiro significado.
Celibatário (virgindade consagrada) - vive essa dimensão acrescida da renúncia ao matrimônio e ao exercício da sexualidade como conseqüência lógica desse amor imediato, total para viver inteiramente para o Reino. Evitando toda polarização e toda imediação no amor.
A castidade esponsal da Igreja na vida consagrada
A igreja por si é realmente virgem como Cristo, porque é esposa de Cristo: "Desposei-vos a um único Esposo para vos apresentar a Cristo como virgem pura. (2 Cor. 11,2s)
Quando Jesus comunica seu Espírito à Igreja, comunica-lhe a sua virgindade. Virgindade cristã não significa, então, renúncia ao matrimônio, mas acolhida total do Espírito de Cristo; a renúncia ao matrimônio pode ser um modo significativo de manifestar esta acolhida do Espírito.
Santo Agostinho diz: "Criou a Igreja virgem e por isso é virgem. Na carne há somente virgens consagradas; na fé todos devem ser virgens, homens e mulheres... Virgem é, pois, a Igreja: é virgem, seja virgem!"
Portanto, precisamos cada vez mais entregar nossos sentidos a Deus: o nosso olhar, o nosso gosto, o nosso cheiro, o nosso ouvir, o nosso falar, o nosso tocar, o nosso sentir.
A pobreza: O Pai é a nossa única riqueza
A pobreza de Cristo foi, em face ao Pai, confiança absoluta, que ele expressou numa renúncia explícita a todo outro apoio, para afirmar decididamente que se apoiava somente nele, e proclamar a relatividade de todo o criado diante do valor absoluto do Reino.
Em face aos homens foi disponibilidade de tudo o que era e de tudo o que tinha. Em face a si mesmo, a pobreza foi parte integrante de seu ministério de aniquilamento. Em face dos bens desse mundo liberdade soberana.
Prometer viver na pobreza (fraternidade, unidade), pobreza quer dizer, empenhar-se em confiar infinitamente em Deus, apoiando-se unicamente nele, viver decididamente, para os outros, compartilhando tudo o que se é e tudo o que se tem com os irmãos, não pertencer-se para pertencer a todos, e manter diante de todas as coisas plena liberdade e independência ativa. É portanto, um meio de se vencer a concupiscência do possuir, que atinge uma dimensão muito maior do que somente ajuntar tesouros na terra.
A Obediência: O desafio da liberdade na obediência
A obediência em Cristo foi submissão filial plena e amorosa ao querer do Pai. Foi estado e atitude de perfeita docilidade, ativa e responsável à vontade do Pai. Foi saber-se centro do plano salvífico de Deus, aceitá-lo incondicionalmente com todas as suas consequências.
Fazer voto de obediência significa comprometer-se diante de Deus e diante dos irmãos a viver em atitude de total docilidade à vontade amorosa do Pai e a acolhê-la filialmente como critério único de vida, sejam quais forem as mediações humanas ou sinais que manifestam essa vontade.
Se estivermos atentos a vontade de Deus não esperaremos que as nossas autoridades a revele para nós e nem resistiremos aos absurdos ou mesmo aquilo que para nós é muito difícil. Nós mesmos exporemos a vontade de Deus para elas e as ajudaremos a descobrir conosco o que Deus tem para nós. Contribuiremos positivamente no caminho de Deus para as nossas vidas.
Para vivermos a obediência não podemos assumir uma atitude passiva ou muito menos uma atitude de nos esconder da vontade de Deus e nos colocarmos indispostos, resistentes, a ela, mas uma atitude de descoberta, uma disposição interior, uma determinação de descoberta para vivê-la. Como nós não queremos vivê-la nem queremos descobrí-la. O conhecimento da vontade de Deus nos leva a responsabilidade e não temos como nos abster de cumprí-la.
Os grandes desafios da vida consagrada

A missão profética da vida consagrada vê-se provocada por três desafios principais, lançados à própria Igreja e esses desafios tocam diretamente os conselhos evangélicos de castidade, pobreza e obediência, estimulando a Igreja, e de modo particular as pessoas consagradas, a pôr em evidência e testemunhar o seu significado antropológico profundo. Na verdade, a opção por esses conselhos, longe de constituir um empobrecimento de valores autenticamente humanas, revela-se antes como uma transfiguração dos mesmos. Os conselhos evangélicos não devem ser considerados como uma negação dos valores inerentes à sexualidade, ao legítimo desejo de usufruir de bens materiais, e de decidir autonomamente sobre si próprio. Essas inclinações, enquanto fundadas na natureza, são boas em si mesmas, mas a criatura humana, enfraquecida como está pelo pecado original, corre o risco da as exercitar de modo transgressivo. A profissão de castidade, pobreza e obediência, torna-se uma admoestação a que não se subestimem as feridas causadas pelo pecado original, e, embora afirmando o valor dos bens criados, relativiza-os pelo simples fato de apontar Deus como o bem absoluto.



Fonte: Formação - Comunidade Católica Shalom

sábado, 25 de maio de 2013

"Antes de Evangelizar, o importante é pertencer inteiramente à Cristo."


A condição principal para a evangelização acontecer é se fazer um com aquele que é O Evangelizador. Muitas vezes, a evangelização é tida como uma experiência de métodos, como uma maneira de proceder frente a uma análise social, e essas realidades são difíceis. Mas não podemos esquecer que em todas as épocas foi difícil evangelizar.
Quando olhamos a forma que Paulo anunciou o Evangelho em Atenas ou Roma, vemos que ele teve desafios e, hoje, ainda temos grandes dificuldades, mas não podemos aumentá-las. Não sabemos se estamos dentro de uma sociedade que está em decadência e que vai se erguer, tudo isso foge do nosso alcance.
O que sabemos é o essencial do método: se fazer um, unir o coração com o Evangelizador, que é o Cristo. Aquele que construiu e edificou a Igreja é o Cristo, quando disse a Pedro "tu és pedra e sobre essa pedra eu edificarei minha Igreja".
Ele disse "EU construirei minha Igreja", então é o Cristo, que constrói e a Igreja pertence a Ele.
Qual é, então, a condição para que a evangelização aconteça?
Que no primeiro momento, nós os evangelizadores, sejamos pedras relativamente estruturadas. Quer dizer, nós precisamos ser cristãos sólidos, fortificados interiormente, como São Paulo diz: "fortificai o homem interior". A segunda coisa é estar inteiramente nas mãos do Cristo.
Então, se cada um de nós pertence inteiramente ao Cristo e se minha vida, meu engajamento, meu pensamento, minhas energias, minhas iniciativas são verdadeiramente conduzidas pelo Cristo, guiadas pelo Cristo e dentro da obediência do Cristo, eu estou entre Suas mãos. E a nossa oração de cada noite é "em tuas mãos eu coloco minha vida". Então, nesse momento, Ele vai poder fazer qualquer coisa de nós.
Os grandes desafios da evangelização não são as dificuldades que encontramos na sociedade contemporânea, mas sim nossa questão pessoal em direção ao Cristo. Se eu pertenço verdadeiramente ao Cristo, posso ficar tranqüilo, pois Ele fará um bom trabalho comigo e em mim - Ele fará o que quiser.
O que Ele quer eu não sei ainda claramente. Eu não sou um robô, não sou uma pedra, sou uma pessoa que pensa pertencendo ao Cristo, olhando a sociedade contemporânea, as questões de hoje.
Por exemplo, a questão de como falar às pessoas, como dizer uma palavra que toque o coração. A questão sobre o desafio da missão, tal como ela é questionada será uma análise intelectual, missionária, sociológica, do mundo contemporâneo, porém secundária.
Um dia, um aluno de uma escola de engenharia da cidade de Lyon me questionou: "Como posso fazer para evangelizar na minha escola, onde há judeus e mulçumanos? Eu não posso chegar colocar a pessoa em um canto e dizer você precisa tornar-se cristão". Eu respondi: "a melhor forma de ser missionário, é deixar que o Missionário com "M" maiúsculo - o único Missionário - realizar toda a missão d'Ele em você.
No dia em que o Cristo tomar posse de toda a tua pessoa, segundo essa frase da segunda epístola aos Coríntios, que nós temos dentro de uma oração Eucarística; nossa vida não pertencerá a nós mesmos, mas àquele que é morto e ressuscitado por nós. Quando Ele cumprir toda a sua missão, no fundo do teu coração, de tua inteligência, tudo e tudo, você pode, então, ficar tranqüilo, pois as palavras serão adaptadas, sua presença será justa e as pessoas serão tocadas pelo teu testemunho.
Para mim, o primeiro desafio não é se fechar sobre uma política astuciosa, um plano original ou um novo método todo adaptado às novidades da sociedade contemporânea. Mas, antes de tudo isso, o importante é pertencer inteiramente ao Cristo - aí eu ficarei tranqüilo, pois Ele nos adaptará. Ele sabe quem somos, para que nos fez e qual é o dom de cada um de nós.
E mais: em minha opinião, Ele conhece e analisa a sociedade contemporânea melhor que nós. Isso para mim é o primeiro desafio: ouvir cada uma das suas palavras e compreendê-las.
Vou dar um outro exemplo. Quando Jesus diz "vocês vão receber uma força e serão minhas testemunhas aqui em Jerusalém e até as extremidades da terra", se eles fossem fracos e dissessem: "eu não irei, pois minha avó é velha, e tenho uma casa de férias perto de Jerusalém..." - coisas como essas; nós não seríamos evangelizados".
Portanto, eles compreenderam que essa palavra do Cristo os tirava da sua pátria, da sua família, de sua casa. Eles partiram em condições de viagem mais difíceis que hoje. Foram a Chipre, Grécia, Itália e desembarcaram na cidade de Marseille; subiram até Lyon, aqui na França e vieram com a sua cultura para dar unicamente uma coisa o Evangelho.
Agora, eu digo: se eu sou cristão é porque eles escutaram essa palavra do Cristo e a colocaram em prática. Eles sabiam que suas vidas pertenciam ao Cristo, por isso partiram. Não conheciam os habitantes dessa terra, nem conheciam o império romano, a mentalidade da época, quais eram os desafios culturais e contemporâneos da evangelização.

Eles sabiam de uma única coisa: que eles pertenciam ao Cristo e que, quando Cristo os enviava em missão, era preciso partir e anunciar o Evangelho. E eles partiram... Graças a eles, hoje eu sou cristão.
E como eu quero que as pessoas em 2005 sejam bem cristãs, eu não tenho outra solução do que fazer igual: partir hoje na rua, nas periferias, aos jovens, aos velhos, etc dizendo até que ponto eles são amados, até que ponto o amor de Deus chega até eles.
Hoje, em suas vidas, e no nosso mundo, no fundo, esse é o grande desafio da missão: fazer com que as pessoas compreendam que são amadas e até que ponto elas são amadas. Isso é o reconforto mais sólido e profundo.
Cardeal Philippe Barbarin
artigos@cancaonova.com

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Papa Francisco!

Meditando as Palavras do Papa Francisco, que muito nos encoraja entendo que há uma necessidade de que aproximemo-nos de Deus que é puro amor e bondade! Não precisamos ter medo, pois o amor só sabe amar, o amor só sabe amar! Não precisamos ter medo, seu amor é mais terno e puro do que de uma mãe, sua bondade é infinita e por isso nos ama tão intensamente. Aproximemo-nos sempre do Amor que é o próprio Deus...


Acesse: www.palavraviva.com e conheça a 
Escola de Evangelização - Palavra Viva
A Escola que ama a #Igreja!

Edilene Félix - Membro de Aliança
Comunidade Católica Palavra Viva

Eu Creio na doutrina da Igreja Católica Apostólica Romana - Serei Firme na Fé!

Vivemos em uma sociedade onde grande parte das pessoas a cada dia se aderem ao relativismo e com isso perdem seus valores e talvez até mesmo a fé em Deus. Por isso as mesmas querem "modernizar" a palavra de Deus e se dizem sábias o suficientes para se tornarem independentes de Deus.
A todo o tempo surgem novas ideologias que são totalmente contrárias aos ensinamentos de Deus, e apenas servem para a depravação do homem. Uma coisa não podemos nos esquecer jamais é que nas palavras de Deus encontraremos a sua instrução pois: "A lei do Senhor é perfeita, reconforta a alma; a ordem do Senhor é segura, instrui o simples." (Sl 18, 8)
A Palavra de Deus jamais se torna antiquada ou ultrapassada, por isso tenho certeza de que Cristo é sempre o mesmo, e no entanto Ele se faz novidade para chegar ao coração do homem. Por isso o Padre Rui Santiago nos ensina: "Quem não está disponível a acolher a novidade, não está disponível a acolher a Verdade de Deus." Com outras palavras: Quem não está disponível a acolher a novidade, não está disponível a acolher Cristo, verdade única de Deus. 
Por isso não precisamos e nem podemos nos aderir à essa nova cultura que contradiz ao que Deus nos ensina e pede. O próprio Cristo nos diz: "O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão." (Mt 24, 35) e diante disso percebe-se que por melhor que possam nos parecer certas "ideologias", elas perdem totalmente o sentido se não condizem com aquilo que as sagradas escrituras nos ensina, se não geram vida e dessacralizam o homem.
É preciso sermos firmes na fé, é preciso defender aquilo em que cremos, muito mais do que palavras é preciso e de extrema necessidade que o nosso testemunho de vida demonstre claramente que somos cristãos e que cremos na doutrina da Igreja Una Santa Católica Apostólica Romana.



Sejamos firmes na fé e Cristãos autênticos, pois assim por menor que seja a nossa missão aqui na terra, conquistaremos almas para a salvação que provém somente de Deus. Que a nossa vida sirva para Louvar e bendizer a Deus. Firmes na fé precisamos seguir, o resto vem por complemento e Deus providenciará.
Eu #creio na doutrina da Igreja Una Santa #Católica Apostólica Romana, #Serei Firme na Fé e você?

Edilene Félix - Membro de Aliança
Comunidade Católica Palavra Viva