segunda-feira, 12 de agosto de 2013
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Não ao Aborto! Sim à Vida! Testemunho de Gianna Jessen - Uma sobrevivente ao Aborto!
Não ao Aborto! Sim à Vida! Testemunho de Gianna Jessen - Uma sobrevivente ao Aborto!
Acesse: www.palavraviva.com e conheça a Escola de Evangelização.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Legalização do Aborto - Uma resposta Católica - Cardeal Dom Odilo Scherer
A
recente decisão do Conselho Federal de Medicina (CFM) favorável ao aborto até a
12.ª semana de gravidez, dependendo apenas da vontade autônoma da mulher,
dá-nos a ocasião para tratar mais uma vez desse tema. Ouso escrever novamente
sobre o assunto mesmo porque o silêncio poderia sugerir falta de argumentos, e
isso não é verdade. Por falar nisso, tratemos de alguns argumentos favoráveis
ao aborto.
O
aborto seria aprovável até a 12.ª semana de gestação porque o tubo neural do
feto ainda não se formou? Assim, a sua condição equivaleria à de um morto
cerebral? Mas se assim fosse, como justificar os estudos e práticas de
psicologia e de psiquiatria que se ocupam da vida humana desde uma fase bem
anterior a 12 semanas de gestação? A condição de um morto cerebral nunca pode
ser equiparada à de um feto, que está em plena dinâmica vital.
Na
vida humana, não se pode estabelecer uma fase que já não seja humana desde o
seu primeiro início, na fecundação. Aquilo que aparece na 13.ª semana já
existia também desde a primeira semana de gestação: um ser humano vivo. Embora
ainda não esteja completo, ele já existe em sua identidade humana, que não se
inicia somente na 13.ª semana de gestação.
Legalizar
o aborto valorizaria a autonomia da mulher e o respeito pela sua decisão livre?
A questão não está bem colocada. A decisão não envolve exclusivamente a mulher,
mas também a vida de mais um ser humano; e a liberdade de um não pode
prejudicar o direito do outro. O feto ou bebê, enquanto é gerado, não é parte
do corpo da mulher, mas já é um outro ser humano, que tem o direito de viver e
de ser amado.
O
aborto implica a supressão da vida de um ser humano e esse ato não pode ser
considerado um direito de ninguém, nem valorizaria a dignidade da mulher.
Sabe-se quantas consequências e quantos sofrimentos, inclusive psíquicos, esse
ato causa à mulher. O sofrimento de uma gravidez indesejada ou difícil pode ser
aliviado e não pode ser equiparado ao dano causado por um aborto, sobretudo
porque se trata de uma vida suprimida.
Afirma-se
que o Estado brasileiro é laico e não deveria levar em conta argumentos de tipo
religioso. Esse é um sofisma frequente e mal esconde uma discriminação
religiosa contra o direito à livre manifestação dos cidadãos. Além disso, os
direitos humanos independem de religião e valem para todos, tanto como
benefício quanto como imperativo ético. No caso do aborto, não se trata de
questão religiosa, mas do mais elementar direito humano à vida.
Países
desenvolvidos seriam favoráveis ao aborto e só os obscurantistas, fundamentalistas
e fanáticos seriam contrários à sua aprovação. Será mesmo? Dar aos adultos e
fortes a possibilidade de dispor da vida de indefesos e inocentes, até ao ponto
de suprimi-los, não parece um sinal de verdadeiro desenvolvimento, mas de
retorno à lei da selva.
O
bem da sociedade justificaria a eliminação dos indesejados, dos defeituosos e
doentes, das “vidas inviáveis” antes mesmo de nascerem? Foi com semelhantes
raciocínios, habilmente apresentados, que regimes totalitários, cruéis e
desumanos eliminaram milhões de seres humanos considerados inferiores ou não
dignos de viver.
A
maioria das pessoas seria favorável ao aborto? Isso requer uma verificação
séria, pois não parece verdade. Mesmo se fosse, o direito de matar pessoas não
pode ser submetido à vontade da maioria; há coisas que independem de consenso
por serem verdades ou direitos inalienáveis. Ninguém pensaria em submeter a uma
decisão consensual o direito a respirar, comer ou dormir. Muito menos ainda, o
direito de viver!
A
violência sexual, que viola a “dignidade sexual” da mulher, ou certas situações
de injustiça social, que dão origem à pobreza, legitimariam, talvez, o aborto?
O problema é que, dessa forma, se decretaria de maneira simplista a pena de
morte contra um ser humano inocente e indefeso, em vez de atingir os
verdadeiros culpados por injustiças e violências.
Fala-se
que há males que vêm para bem. Assim, mesmo admitindo que o aborto seja um mal,
considera-se que dele resultaria um bem, pois se evitariam os sofrimentos de
“vidas inúteis”, o fardo social de seres humanos improdutivos, o aumento da
pobreza e a temida explosão demográfica. É preciso lembrar, contudo, que os
fins não justificam os meios. Os males sociais e os da saúde precisam ser
enfrentados, mas jamais mediante a negação do direito à vida das pessoas.
Diz-se
ainda que os países mais desenvolvidos já liberaram o aborto e a não
legalização dessa prática seria um sinal de atraso. Por certo, o descontrole na
prática do aborto em clínicas especializadas, ou por mãos inexperientes, é um
sinal de atraso e de pouco respeito à vida humana ou à lei que a protege. A
solução seria, então, a legalização do aborto? Não o seria, antes, mediante uma
atenção maior à saúde das gestantes e à educação para comportamentos sexuais
dignos e responsáveis, sem o recurso à fórmula simplista e inaceitável da
supressão de vidas indefesas e inocentes?
Não
é por demais inglório manifestar-se sobre essa questão antipática, recebendo o
carimbo de “conservador” e “mente fechada”? Dia mais, dia menos, o aborto será
aprovado; existem pressões muito fortes sobre os legisladores e diversos
interesses estão em jogo. Vale mesmo a pena? Eis o problema. A questão delicada
da dignidade humana e do direito à vida é demasiado séria para ficar refém da
pressão ideológica.
Não
é questão religiosa, mas de direitos humanos. Só haveria uma maneira de mudar
essa visão: se fosse provado, de maneira convincente, que o feto ou o bebê
ainda não nascido não é um ser humano. Mas esse é um outro discurso, longo e
complexo. Afirmamos que é um ser humano e, portanto, seu mais elementar
direito, que é viver, não lhe deve ser negado.
Publicado
em O ESTADO DE S.PAULO ed. 13/4/2013
Cardeal
dom Odilo Scherer
quarta-feira, 3 de julho de 2013
JHS - SIGNIFICADO
SIGNIFICADO DO SIMBOLO 'P X' CRISTÃO ☧
O Christogram
☧ é um monograma ou
combinação de letras que forma uma abreviatura do nome de Jesus Cristo ,
tradicionalmente usada como um símbolo cristão .É
formada pela sobreposição das duas primeiras letras na grafia da palavra
grega Cristo ( grego :
"Χριστός"), chi ch
= e rho =
r, de tal forma a produzir o monograma☧. Diferentes tipos de Christograms
estão associados com as várias tradições do cristianismo .
O Chi Rho é uma das primeiras formas de christogram , e é usado
por cristãos. Embora não seja tecnicamente uma cruz, o Chi Rho invoca a
crucificação de Jesus, bem como simbolizando seu status como o Cristo.
Na América falando cristianismo medieval da Europa Ocidental
(e, portanto, entre os católicos e muitos protestantes hoje), o mais comum Christogram é
"IHS" ou "IHC", denotando as três primeiras letras do grego nome de Jesus, iota - eta - sigma , ou ΙΗΣ. A letra
grega iota é representado por I, eo eta por H, enquanto
a letra gregasigma, quer seja em sua forma semilunar, representado
por C, ou a sua forma final, representada por S. Porque
as letras do alfabeto latino I e J não foram
sistematicamente distinguir até o século 17, "JHS" e "JHC"
é equivalente a "IHS" e "IHC".
Disponível em:
O Christogram
☧ é um monograma ou
combinação de letras que forma uma abreviatura do nome de Jesus Cristo ,
tradicionalmente usada como um símbolo cristão .É
formada pela sobreposição das duas primeiras letras na grafia da palavra
grega Cristo ( grego :
"Χριστός"), chi ch
= e rho =
r, de tal forma a produzir o monograma☧. Diferentes tipos de Christograms
estão associados com as várias tradições do cristianismo .
O Chi Rho é uma das primeiras formas de christogram , e é usado
por cristãos. Embora não seja tecnicamente uma cruz, o Chi Rho invoca a
crucificação de Jesus, bem como simbolizando seu status como o Cristo.
Na América falando cristianismo medieval da Europa Ocidental
(e, portanto, entre os católicos e muitos protestantes hoje), o mais comum Christogram é
"IHS" ou "IHC", denotando as três primeiras letras do grego nome de Jesus, iota - eta - sigma , ou ΙΗΣ. A letra
grega iota é representado por I, eo eta por H, enquanto
a letra gregasigma, quer seja em sua forma semilunar, representado
por C, ou a sua forma final, representada por S. Porque
as letras do alfabeto latino I e J não foram
sistematicamente distinguir até o século 17, "JHS" e "JHC"
é equivalente a "IHS" e "IHC".
JHS: Monograma de Cristo que significa “Iesus* Hominun Salvator” (Jesus Salvador dos Homens), e não Jesus Homem Salvador como alguns erroneamente traduzem.Este monograma de Cristo corresponde as três primeiras letras de “Ihsus” que é como se escreve Jesus em grego (também aparece escrito como Ihcus). Grego esse no qual foram escritos os evangelhos de Marcos e Lucas.O “J” em paleografia corresponde ao pronúncia do “I” na antiguidade, da mesma forma que o “V” era empregado como “U”.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
CARISMA PALAVRA VIVA 2013, PARTICIPE!
Nos dias 20 e 21 de Julho, 2013. Acontecerá em Curvelo o grande encontro CARISMA, onde todos se reunirão em uma só festa para comemorar os nossos 18 anos de fundação! Participe conosco. Haverão momentos de pregações, Santa Missas, Adorações, Louvor, Novas amizades e um verdadeiro e profundo encontro com Deus. Não fique de fora, comemore conosco!
Presença de: Dom Philippe Barbarin (Cardeal Arcebispo de Lyon-França)
Dom João Bosco Óliver (Arcebispo de Diamantina)
Clero da Comunidade Católica Palavra Viva
Jovens da Europa e Muito mais!
Mais informações: palavravivamissaobh@gmail.com
(31) 3785-5184 / (31) 8541-6625 / (38) 9228-5111
Abertura da Missão Palavra Viva em juiz de Fora
A Comunidade Palavra Viva chegou oficialmente em Juiz de Fora. A solenidade de instalação aconteceu durante uma celebração eucarística na Paróquia São José do Botanágua, no bairro Costa Carvalho, presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, e concelebrada por outros padres de nosso clero.
Em sua homilia, Dom Gil falou sobre a vida e a morte. O Pastor explicou que “a Palavra de Deus sempre produz vida e que Ele prepara para todos nós a vida eterna no céu. Mas, para isso, é preciso que nós, aqui na Terra, passemos pelo sofrimento da morte”. Ainda em sua homilia, Dom Gil também falou sobre o trabalho realizado pela Comunidade Palavra Viva no meio universitário, ressaltando as grandes dificuldades que são encontradas nesta missão. Ao final da celebração, o Arcebispo entregou o Decreto de Instalação ao membro fundador da comunidade, Alysson Norberto, que resumiu para os fiéis o que é a Palavra Viva e qual seu objetivo, apresentou a equipe e ainda anunciou que serão integradas mais duas pessoas futuramente. A celebração contou com a participação do Coral Arquidiocesano “Benedictus”.
Breve histórico da Comunidade A Comunidade é uma nova fundação que tem como carisma o anúncio de Jesus Cristo ao mundo, evangelizando preferencialmente jovens e famílias, resgatando o sagrado na Igreja, no coração do homem e da mulher, defendendo firmemente o depósito da fé em total obediência à Igreja Particular, ao Magistério da Igreja e ao Santo Padre. Surgiu na Arquidiocese de Diamantina (MG), em agosto de 1995, fruto de um profundo desejo pela evangelização, sendo acompanhada pelo então Arcebispo Dom Paulo Lopes de Faria, que concedeu à obra Direito Diocesano, e posteriormente pelo seu sucessor Dom João Bosco Óliver de Faria.
Fonte: Arquidiocese de Juiz de Fora
Acesse: www.palavraviva.com e conheça a casa de missão que fica mais próxima de você!
domingo, 23 de junho de 2013
Águia não sou....
Abaixo uma belíssima canção... que muito me leva a refletir.
Uma música simples, mas que é carregada de uma total humildade e amor a Deus.
Escute... e faça dessa música sua oração! =)
Boa semana a todos!
Uma música simples, mas que é carregada de uma total humildade e amor a Deus.
Escute... e faça dessa música sua oração! =)
Boa semana a todos!
PASSARINHO
(Irmã Kelly Patricia)
É loucura muito minha, Senhor, esperar que o teu Amor
Depois de todos os desmandos me aceite como sou.
É loucura muito minha, Senhor, esperar com terno ardor,
que em minhas limitações faças loucuras de amor.
Depois de todos os desmandos me aceite como sou.
É loucura muito minha, Senhor, esperar com terno ardor,
que em minhas limitações faças loucuras de amor.
Águia não sou, meu Senhor,
Dela trago, tão somente, o olhar
E também, no coração, a aspiração do seu voar, voar...
Quero em meu posto ficar a fitar o Sol do Amor, do Amor:
Passarinho é o que eu sou nas mãos do meu Senhor.
Dela trago, tão somente, o olhar
E também, no coração, a aspiração do seu voar, voar...
Quero em meu posto ficar a fitar o Sol do Amor, do Amor:
Passarinho é o que eu sou nas mãos do meu Senhor.
E quando da vida, Senhor, o Sol do Amor se ausentar,
Não vou me preocupar, porque sei:
por entre as nuvens Ele está a brilhar.
E em mim nascerá, Senhor, do amor a perfeita alegria
E em tuas asas, então, voarei na mais perfeita harmonia.
Não vou me preocupar, porque sei:
por entre as nuvens Ele está a brilhar.
E em mim nascerá, Senhor, do amor a perfeita alegria
E em tuas asas, então, voarei na mais perfeita harmonia.
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